“Deus costuma usar a solidão para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida.
“Às vezes tudo que a gente precisa é de alguém do lado, perto, dando a mão, olhando no fundo dos nossos olhos (com aquele sorriso que tem efeito calmante) e dizendo “não te preocupa, tudo vai acabar bem”.
“Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar brabo contigo”.
“Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo para viver.
“Minha boca não disse nenhuma palavra, mas os meus olhos disseram tantas.
“Não sei por que você se foi, quantas saudades eu senti.
“A verdade é que eu me apeguei demais à você. Quando a gente está junto, tudo parece perfeito. Mas qualquer minuto longe já me faz pensar no quanto todo o resto é uma merda.